O dilema de uma mãe

brog
Eu to pior que político, prometendo e não cumprindo meus compromissos. Disse que ia postar todos os dias a minha rotina, mais vamos lá, mais uma tentativa.
Enquanto a pequena Nick brinca serelepe e pimposa, desliguei tudo e me senti no chão junto com ela pra deixar os pensamentos fluírem e rendeu. Organizei minha cabeça.
Duas semanas atrás, meu sogro, me disse que o irmão dele precisava de funcionários para trabalhar na loja e no escritório. O sons daquelas palavras foi como música para meus ouvidos, meus olhos brilhavam como dois globos de discoteca e meu cérebro já começava maquinar coisas fantásticas. Seria perfeito, eu seria minha cobaia. Como não sou nada ansiosa rs, no domingo mesmo, cheguei em casa e comecei a montar o look do primeiro dia de trabalho, pensei nos novos amigos, na rotina, na agitação e não menos importante na sensação de receber o salário (afinal preciso comprar coisas pra Nick, pagar contas e meus mimos). Só de pensar em ter minha rotina de volta me fez sair do chão, pensar coisas boas, ficar com o sorriso no rosto por horas. Já fui montando o planejamento de voltar a estudar e estabelecer uma rotina que privilegiasse a ratinha.
Falando assim parece tudo um conto de fadas, mamãozinho, de tão fácil, mais é o que muitas mulheres fazem, para dar uma vida boa aos filhos, sempre pensei que certos sacríficos são necessários para dar um conforto muito maior aos pequenos. Fiz uma pesquisa no grupo e vi que muitas mães trabalham, estudam, cuidam da casa, do marido e são felizes.
Bom, para tudo isso fluir bem, preciso achar uma babá de confiança ou uma escolinha muito boa. Afinal não pode ser qualquer um que vai cuidar da minha estrelinha.
Ok, segundona começou e foi dia de começar a procurar uma escola pro meu anjo. Por sorte ou não, tem uma escolha aqui na rua de casa, algumas quadras para cima, aparentemente boa, nutricionista,  só que não tem espaço verde, nada de céu aberto, sem jardins, horta, ar livre, nada disso. Me senti em um cativeiro. Escola pública: coloca o nome na lista de espera, dão preferencia para as mães e famílias carentes, a lista é enorme, umas 200 crianças na frente, mesmo assim coloquei o nome na lista. Babá tem que ser de confiança, afinal não se confia filho para qualquer um cuidar, precisa ser alguém que tenha carinho, cuidado ou seja só a mãe mesmo. No mundo em que vivemos não se pode confiar em mais ninguém.
Depois disso vi como é sofrido, ter que escolher entre escola pública ou se sacrificar e pagar uma particular ou optar por uma babá, assim como muitas mães fazem. Agora entendo vocês guerreiras.
Tomei um banho pra esfriar a cabeça e fui conversar com algumas pessoas sobre o assunto. Cara! Como tem ser humano que desanima a gente em tudo nessa vida. Pior que essas mesmas pessoas me disseram pra procurar um emprego. Muitas falaram pra eu desistir, pra esperar um pouco mais, até a Nick crescer e entender as coisas, outras me encorajaram. Só fico pensando se essas pessoas que me desanimaram e falaram isso, vão pagar meu salão de beleza, satisfazer alguma vontade minha!??? Afinal tenho vaidades, quero me manter limpa e tirar a sobrancelha e cortar os cabelos faz parte da higiene pessoal né.
Enquanto eu tava lá na escola conversando com a diretora, a secretária, que fica na mesma sala, fez uma pergunta: Ta com o coração apertado? Respondi: Não, ela vai saber que é por ela que eu estou fazendo isso, é pra dar uma boa vida, um bom estudo, uma roupa melhor, uma comida diferente nos fins de semana, preciso ter vida social, ver gente diferente, crescer. Criamos filhos para o mundo e não pra nós.
Isso que eu disse pode parecer egoísmo ou crueldade, todo mundo precisa se desenvolver, a mãe precisa sair de casa para ajudar ou ganhar o pão de cada dia e fazer uma vida social, o bebê precisa desenvolver. Antes de ser mãe, sou mulher e preciso estar bem para que a Nick esteja bem e me tenha como exemplo. Cabeça forte é o segredo. Então mulherada nada de se sentir angustiada em colocar os pequenos na escola, um dia eles terão que abrir as asas e sair voando do ninho 🙂
Aprendizado: Mãe feliz, filha feliz, casa feliz.

Uma semana e quatro dias.

Cambio de hora...
Pois muito bem, andei sumida, quase duas semanas sem dar notícias para vocês. Meu notebook estava podre de sujeira por dentro, aquecendo demais, pegou vírus e desligou e não iniciava o Windows como normalmente fazia. Liguei para um amigo que é o “anjo dos computadores” e na manhã seguinte ele veio e buscou o note para arrumar, quase perdi minha ferramenta de trabalho e quase pirei o cabeção. Graças a Deus, um dos componentes mais caros estava em perfeito estado, só a placa de vídeo que foi pro espaço, mais nem te ligo!
E lá se foi uma semana e quatros dias longe de tecnologia e mundo virtual, sem celular com aplicativos e muito menos sem note, quase enlouqueci e percebi como perdemos muito tempo de nossas vidas ligadas a essas coisas.
Nesta uma semana e quatro dias, puder ter um comportamento diferente e voltar ao tempo em que as pessoas se viravam normalmente para fazer suas pesquisas, ligações, maior contato com os filhos, parar e organizar sua rotina, parar e escutar voz do outro lado da linha. Coisas simples que vão se perdendo ao decorrer dos dias, devido ao avanço da tecnologia.
Muitas mães vivem loucas, afirmando que não sabem como dividir o tempo, como fazer para dar conta de tudo e de todos. Eu como ainda sou dona de casa, aprendi.
Organizava meu tempo entre limpar a casa, lavar roupa, quintal, alimentar cachorros, dar banho na Nick, levar ela para o passeio, fazer as refeições da casa, ir ao mercado, tomar banho e curtir uma tv na santa paz de Deus.
Meus projetos eu estava executando em um caderno, telefones quando eu precisava procurar, recorria há uma lista telefônica, quando eu queria falar com alguma amiga, ligava, música eu escutava na rádio e filmes esses eu não tive problema, pude assistir Bonequinha de Luxo no TMC, um canal que passa filmes e séries antigas, posso dizer que aproveitei bem minha semana longe de tecnologia.
Aprendi a reconhecer os choros e necessidades da Nick, aprendi o quanto é importante eu estar presente em pequenas coisas na rotina dela. Me senti todos os dias no chão junto com ela, pra brincar, peguei os livros dela e li pra ela, depois ela pegou o livro da minha mão e começou a meu imitar! Um bebê de 10 meses e algumas semanas imitando a mãe.. imagina quando estiver com um ano! Descobri que ela anda sem que ninguém esteja olhando, ela chamou o pai, vi que tem 3 dentes superiores nascendo. Descobri que ela queria presença, mais não pela metade, uma presença inteira.
Me olhei no espelho e pude ver o quanto sou egoísta em ficar 25 horas na frente do computador e fazer tudo correndo com ela e depois voltar pra frente do note só pra satisfazer os meus prazeres.
Uma semana passou rápido demais, mais pude aprender a dividir melhor o meu tempo e posso afirmar: não dói!
Depois passo a receita pra dividir o tempo e ainda aproveitar o silêncio da casa e como apreciei o silêncio, até tv deixei desligada só pra ler um livro e depois só pra ficar com os meus pensamentos, acho que me tornei uma pessoa muito melhor, mais pra minha filha, afinal não to aqui pra agradar ninguém que não seja ela.

A mudança.

http://www.warrigalrdpackingsupplies.com.au/
Eu estava aqui, parada, só observando esses blogs de maternidade, que as “supermães” escrevem e pregam a maternidade como se fosse algo fácil, simples, como se fosse apenas um conto de fadas. Olhei o blog e jurava que estava assistindo aquelas séries de tv americana, aonde as mães são perfeitas, os filhos lindos, saudáveis, dormem a noite toda, elas tem tempo de ir para academia, a casa sempre em ordem, sem um cisco de sujeira, marido perfeito, trabalham fora, vivem arrumadas, maquiadas, comem no horário certo e o melhor: tomam banhos longos.
Parei e pensei: Oh my God! Sera que o problema é comigo?! Sera que só eu sou uma mãe do avesso!?
Voltei para o mundo real e vi que eu, como tantas outras mães, somos reais e pregam a realidade, por isso resolvi sair em defesa do lado b da maternidade. Um lado pouco falado, pouco admitido.
Vivo cansada, casa desorganizada, filha fazendo birra, se jogando no chão (sim, ela tem quase 10 meses e é muito esperta e se joga no chão e não chora, grita.), desempregada, a cada piscada um sonho diferente de tanto sono, marido muitas vezes ajuda mas só no fim de semana, sem empregada e vivendo a dura realidade brasileira.
Outra coisa que as “supermães” não falam é da vontade de jogar o filho pela janela, toda mãe que se preze já teve vontade de pegar o filho e jogar pela janela ou de dar descarga. Eu por exemplo, tive volte de voltar até a maternidade e pedir generosamente que me dessem o bebê certo, juro que a pequena terrorista não é minha filha, geniosa demais pra ser minha rs. Lógico que ela é minha, tem todas as minhas características psicológicas (sim, eu dei á luz ao meu clone).
Depois de ter feito essas observações e muitas outras, decidi transformar o blog em um diário, aonde eu vou falar do meu dia-a-dia super real e muitas vezes surreal. #oremos. Todos os dias vou escrever pra vocês como é meu dia como mãe, filha, dona de casa, esposa á distancia e tudo mais.
Mais uma vez: Welcome to my world again.

Feedback: Pomadas.

Continuando nos testes, fiz alguns de pomada. selecionei as quatro indicadas e fui em frente eleger a que eu continuaria a usar e indicar para as amigas e no grupo. Bora lá então.


~> Hipoglos Amêndoas: Gostei bastante da fulana, foi a primeira pomada que eu usei na Nick, não deu alergia alguma, cuidou muito bem da pele da pequena nos primeiros dias.
Pontos negativos: Cara demais por um tubo pequeno e gruda demais na pele, mancha toalha fralda.
Ponto positivo: Hidrata bem a pele, rende bastante (pra compensar o preço), usei em TODAS as trocas de fralda, durou 3 meses.
Valor: R$ 11,90
classificação2 - Cópia
~> Hipoglós: Uma das minhas preferidas, essa ai ao contrário da moça de cima, solta um óleo (não se aconteceu só comigo) fiquei com a pulga atras da orelha e fui conferir a validade e estava ok, acho que é normal, gosto de usar ela, algumas mães diz que não ajuda na hora que a assadura ta bombando, a Nick teve só uma assadura e não foi por dentro e fora, então acho que foi mais fácil de controlar, usei ela durante um tempo e não tive o que reclamar, usei em todas as trocas de fralda.
Pontos negativos: Preço, grudenta, mancha fácil.
Pontos positivos: rende bastante, hidrata a pele, tampa fácil de abrir e fechar.
Valor: R$ 13,00
classificação2 - Cópia
~> Bepantriz: Nossa essa ai eu me arrependi até o ultimo fio de cabelo por ter comprado. Na verdade comprei ela pra passar nos seios durante a gravidez, mais esqueci e ela ficou guardada na gaveta da Nick e um belo dia acabou a pomada e tive que usar essa de emergência. Segundo o farmacêutico ela é a genérica da Bepantol.
Pontos negativos: se a pele estiver irritada ela demora pra cicatrizar e cara.
Pontos positivos: ela é multitarefas, usada para proteger assaduras, para tatuagem, fissura nos seios (amamentação), ferimentos (lábios, calcanhar e outros locais com rachaduras no corpo), quase transparente.
Valor:  R$ 18,00.
classificação2
~>Babymed menina: Confesso que quando eu vi essa pomada achei que seria um fracasso, pelo contrário, ela é ótima, me surpreendeu, adorei o cheirinho de morango que ela tem, prefine a assadura, não irrita a pele, não tive problema algum com ela e virou minha preferida.
Pontos negativos: demora um pouco pra sarar a assadura.
Pontos positivos: econômica, usei ela em todas as trocas de fralda, em conta.
Valor: R$ 5,90
classificação2 - Cópia

Positivo e operante.

test
Sonhei novamente que estava grávida, acordei cheia de saudade e de lembranças boas e ruins da gestação. Por tanto, resolvi abri o bau das lembranças e contar pra vocês, lá desde o começo, todos os sentimentos e frustrações que passei durante as 37 semanas mais intensas da minha vida. Podem se acomodar que lá vem coisa.

Em 2012, passei por muita coisa, boa e ruim, assim como todo ano. Ano de muitas decisões, sai de um emprego, tava tomando um rumo na minha vida, consegui um estágio promissor (longe de casa, mais promissor). Mais teve uma época ali em que eu me senti especial e não sabia o porque, mais acordei me sentindo diferente, fazia um tempo que eu sonhava que estava amamentando uma guriazinha, polaquinha, com traços delicados. No dia 25/08 foi o dia que desceu minha ultima menstruação, não deveria estar descendo, pois eu tomava anticoncepcional continuo, justamente pra não ter estes incômodos mensais. Dias depois esqueci de tomar o remédio e eu nem sabia que se esquece voltaria á ovular normalmente (algumas mulheres não sabem disso). Na sexta meu namorado chegou,  então no sábado, dia 08/09, um bebê começou a ganhar vida dentro de mim.
Uma semana depois eu sentia estranha, mais tranquila, sem vontade nada, sem energia, com vontade de ficar calada no meu canto, sentia uma vontade enorme de dormir. Comecei a ficar mais sensível, tranquila e com medo de algumas coisas. Cheguei em casa no domingo, me preparei pra dormir e não consegui, fui assistir tv e coloquei no Discovery Home and Health e tava passando o programa que toda grávida ou tentante ama: Sala de parto e Um bebê por minuto. Me emocionei tanto, que cheguei a chorar com alguns casos, como a da bebêzinha que nasceu com uma cardiopatia e teve que ser operada as pressas.
Olhei pra minha barriga e disse: você ta ai né!? Depois pensei: mais o que eu to dizendo, não tem ninguém aqui. Uma vez ouvi uma conversa e a mulher disse: toda mulher sabe quando está grávida, só não quer admitir pra si mesma. Parei de pensar besteira e fui dormir, sonhei novamente que estava amamentando e era a mesma guriazinha.
Dia 20 minha menstruação deveria descer, não desceu, não me desesperei, porque sabia que tinha cistos no ovário e então minha menstruação só estava atrasadinha, já atrasou alguns dias então nada de me preocupar. Dia 25 e nada, atrasou simplesmente 20 dias e nada!!!!! Então contei pra melhor amiga do meu namorado o que estava acontecendo, eu andava sonolenta, não podia encostar que estava dormindo, andava sensível com tudo, chorava por qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, até mesmo quando a faxineira do escritório resolveu tirar umas plantinhas que estava nascendo na parede de fora! Foi ai que a Thais falou pra eu ir fazer um exame, eu já tinha feito o de farmácia e deu negativo, então eu não queria pirar o cabeçote e ficar imaginando coisas, mais essa não seria a pessoa que vos fala. Surtei e fui atras de saber das leis de estágio, pois não queria perder a oportunidade que teria aparecido, meu namorado queria ir pros EUA pra tirar as carteiras de piloto pra lá e começar a vida e eu com uma carreira promissora aqui. Pois não tem lei que obriga o empregador a ficar com estagiaria grávida. Logo pensei: ferrou, to acabada!
Eu andava acabada, chorona, cheia de fome, perdendo peso, dormindo mais que gato de hotel e burra. Tentava entender a mesma coisa umas duzentas vezes, lia e relia os processos de licitação e não entendia nada, por mais que já estivesse entendendo muito do assunto, pois peguei rápido. Chorava até quando o telefone tocava.
Então resolvi fazer o teste, tava certa de que eram os cistos que estava danificando meu ciclo, então no dia 14/10 (quinta-feira) fiz o teste porque não tinha nem sinal da monstra.  Fiz o teste no laboratório central, então não tinha como dar errado e nem ser trocado, fiz as 15:00 e as 18:00 o meu destino mudaria ou não.
Fiquei simplesmente três horas, sim, TRÊS HORAS me iludindo e tentando negar pra mim mesma o que já estava sentindo. A Thais pegou meu resultado e disse: Prin, você está grávidissima! Eu fiquei ali, parada com aquela cara de alface, olhando pra ela e disse: Não! Não to não. Entra nesse laboratório e pega meu exame, isso ai ta errado! Não pode ser! Não to grávida! Ela: Não tem como dar errado, é de sangue, deu muito alto pra não ser verdade. No dia seguinte, ela contou pro meu namorado, porque eu não tive coragem. 🙂
E foi assim que tudo começou a aventura, no susto, no choque, fiquei em choque por uns dias, repeti o exame em outro laboratório e deu mais alto ainda, os hormônios estavam fazendo a festa no corpinho (e que corpinho eu tinha, saudades) e a Nick crescendo.
O que ninguém te conta é: como é assustado pegar o exame e ver que deu positivo e operante, se você planeja tudo bem, psicológico preparado, mais se não planeja: você só quer saber aonde fica a ponte mais próxima pra se jogar, ai você cai em outro precipício: contar ao pai do bebê sobre a situação, ai você se depara com várias impossibilidades de ter um bebê, financeiramente, planejamentos, sem emprego, sem eira e nem beira!
Solução: quem passa por isso, fique calma, deixa vir, bate no peito e chuta por gol, tudo fica no seu lugar ao seu tempo. Complicado e assustador, mais se ajeita.

Yes! We can.


Depois de uma noite mau dormida (sonhei que estava grávida.. mil tretas! kkkkkk), acordei com aquela cara de cansada, ai o reloginho acorda e vamos nós começar mais um dia abençoado e com sol (graças a Deus), senti uma necessidade enorme de me arrumar (depois de umas coisinhas que aconteceram), de me sentir bem com o espelho,  to aqui fazendo dieta, mais sinto que não é o suficiente pra estar bem.
Antes do namorado sair para treinar, avisei que faltava algumas coisas para comprar e combinamos de ir ao mercado depois do treino dele. Ele saiu e exatos cinco minutos depois, adivinhem!??????????? Nick resolveu me zuar (eita galerinha da zuera) e encheu as fraldas. Não só encheu as fraldas como o lençol, se lambrecou toda e me lambrecou também. Não tivemos escolhas, fomos as duas para o banho.Dei um senhor banho nela, troquei o lençol, deixei cheirosa e brincando.
Deixei a porta aberta e fui tomar um banho, finalmente pude tomar um banho, um banho daqueles, de lavar a alma, limpar todos os pensamentos ruins e relaxar. Fazia dias que eu andava agoniada com a minha aparência, me sentindo mal. Depois do banho, tudo fluiu melhor, até a nick ficou melhor.
Depois do banho, passei creme nos cabelos ( Novex – BB cream), escovei os dentes, escolhi uma roupa básica, porém linda (chemise branca e short jeans claro, rasteirinha turquesa Carmen Steffens), parti pro make básico, básico porém prático e fantástico para o dia a dia (BB cream L’oréal Claro, rímel, lápis de olho preto, brilho rosa).
Esse BB Cream ele é simplesmente fantástico! É dele que eu vou falar. Uma solução, rápida, tanto pra quem trabalha, quanto pra quem fica em casa, afinal nós mães e donas de casa merecemos ficar lindas de vez em sempre! 🙂
Pois bem, ele funciona como uma base e photoshop básico, uniformiza, hidrata, anti brilho, protege dos raios UV e suaviza. não precisa de corretivo (pelo menos na minha pele não precisou), ele é bem seco, ótimo pra usar quando estiver com o bebê,  não sai tão fácil *-*
Usar maquiagem e ser mãe! É um milagre! É pra aplaudir em pé. Tá parei. Claro que você não vai usar ele pra fazer uma maquiagem pra festa. O preço é igual ao de quase todos os BB’s do mercado, trinta reais. Ainda não testei os outros e pretendo testar só pra ver se é melhor que este.

Bicho papão das mamães.

Aprendi muita coisa depois que virei mãe, ter paciência é uma delas, principalmente quando se trata de salto ou pico de desenvolvimento. Ta ai uma coisa que nem passa pela minha cabeça antes de ser mãe, não conhecia esses dois monstros assustadores, não fazia ideia da existência deles, sempre quando via um bebê na rua fazendo “manha” achava que era birra.
O que é mais engraçado é que no hospital e nem os pediatras avisavam sobre isso, ou seja, temos que entrar no quarto escuro e descobrir os monstros sozinhas, muitas vezes enlouquecer tentando lidar com situação. Quem dera bebês viessem com manual de instrução.
Por exemplo, eu agora, neste exato momento que estou aqui, escrevendo e estou passando por isso, Nick no berço chorando horrores, fralda limpa, banho tomado e barriguinha cheia. Chega a ser deprimente, como se não bastasse ter que lidar com cólica, ainda tem mais essa de saltos e picos, sem contar caras leitoras, os dentes, aaah esses ai são da zuera mesmo! Quando você acha que eles estão por finalmente apontar, eles recuam.
Já que a maioria dos pediatras não alertam sobre o salto e nem o pico de desenvolvimento, resolvi dar um role de buenas, aqui pela internet e garimpar informações sobre esses fulanos ai (tem até tabela pra ninguém se perder).
~> Salto de desenvolvimento: Bebê carente, só quer colo, come e dorme mal. Um pouco antes de entrar no salto, os bebês se sentem perdidos no mundo, seus sistemas perceptivos e cognitivos mudaram de uma hora pra outra, porém ainda não se acostumou, então o mundo volta a ser um lugar estranho e a base que o bebê tem é a mãe, consequentemente fica mais apegado à ela. Não dura muito tempo, em torno de 15 dias.
Após a crise o bebê acaba fazendo coisas que não fazia antes e fica mais feliz.
O que fazer durante as crises: ter o máximo de paciência possível e entender que passa logo.
tabela salto~> Pico de crescimento: Diferente do salto, durante o pico, os bebês solicitam mais mamadas. O pico dura em torno de uma semana, neste período a mãe sente como se não fosse dar conta de recarregar suas energias, pois o bebê mama em livre demanda, é necessário que se faça uma boa alimentação para aguentar a demanda elevada. Outro erro que ocorre muito é achar que o leite está fraco, não sustenta ou coisa parecida e introduzir formula sem a liberação do pediatra, a criança está exigindo demais da mãe e não da tempo dos seios “recarregarem”. Mantenham o aleitamento materno exclusivo até os seis meses como a Associação Brasileira de Pediatria e o Ministério da Saúde recomendam.
O que fazer durante o pico: manter a calma, descansar, se alimentar e paciência, lembre-se este dura menos que o salto.